Tabata Amaral diz que é contra fim da dedicação exclusiva para professores

Em seu Twitter, deputada afirma que informação publicada pelo Estadão não procede

Em seu Twitter, a Deputada Federal, Tabata Amaral (PDT-SP), desmentiu nesta quinta-feira (28) a notícia de que a Comissão Externa de Acompanhamento do Ministério da Educação (MEC), da qual faz parte, iria propor a retirada da dedicação exclusiva dos professores das federais.

A Deputada se refere à notícia, publicada pelo Estadão e reproduzida no site da Apufsc, como “fake news” e afirma em sua rede social que a proposta não foi apresentada por ela. No entanto, em uma segunda publicação, Tabata se refere a um “rascunho do relatório” composto com “sugestões preliminares que ainda serão discutidas”.

Foto: Divulgação/ Twitter

A proposta da retirada da dedicação exclusiva dos professores circulou esta semana depois que o relatório da comissão foi divulgado antecipadamente pelo Estadão na terça-feira (26). Segundo o jornal, o texto possui 18 medidas com o objetivo principal de evitar cortes na educação. No entanto, uma das propostas afetaria diretamente os professores das universidades, já que é por meio da dedicação exclusiva que os docentes podem exercer efetivamente as atividades de pesquisa, ensino e extensão.

Segundo o Estadão o texto seria apresentado no dia primeiro de dezembro e a votação seria no dia 3.

A Comissão Externa de Acompanhamento do MEC é coordenada por Tabata Amaral e pelos demais deputados: Felipe Rigoni (PSB-ES), relator; João Campos (PSB-PE), vice-coordenador; Paula Belmonte (Cidadania-DF) e Rose Modesto (PSDB-MS), sub-relatoras; Professor Israel Batista (PV-DF); Luisa Canziani (PTB-PR) e Eduardo Bismarck (PDT-CE).

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