Reitor da UFSC defende “ciência cidadã” em Congresso da Andifes

O debate ocorreu nesta quarta, 17, e está disponível online; confira

Ao imaginar o futuro pós-pandemia, o reitor da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Ubaldo Cesar Balthazar, falou antes de passado: “a ciência moderna é relativamente recente, lembremos que Giordano Bruno foi queimado pela Inquisição há 420 anos”.

No debate virtual organizado pela UFPR para compor o 1º Congresso da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), Ubaldo também falou das medidas que estão sendo tomadas na UFSC, respaldadas pela ciência. “Estamos tomando nossas decisões de acordo com vários subcomitês que formamos, mas, principalmente, sob a  orientação do subcomitê científico. Temos excelentes pesquisadores que trabalham nessa área e vêm nos orientando”.

O evento virtual teve como tema a Realidade e Futuro da Universidade Federal. Além de Ubaldo, a transmissão desta quarta também contou com Ildeu de Castro Moreira, presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC); Helena Nader, vice-presidente da Academia Brasileira de Ciências; e Ricardo Marcelo Fonseca, reitor da Universidade Federal do Paraná (UFPR) e membro da Diretoria da Andifes.

Breve em sua fala e abrindo espaço aos demais colegas, o reitor da UFSC resumiu a ciência pós-pandemia no que chamou de “ciência cidadã”. “A ciência feita pelos cidadãos e para cidadãos. Para mim, esse é o mais relevante: nós termos a clareza do papel da ciência no mundo pós pandêmico”, concluiu.

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