Professor da UFG sofre ataques nas redes sociais após apresentar pesquisa sobre o avanço da Covid-19 em Goiás

Thiago Rangel apresentou estudo que estima colapso hospitalar em julho e 18 mil mortes até setembro, caso isolamento social no estado continue em torno de 36%

O professor Thiago Rangel, que apresentou um estudo da Universidade Federal de Goiás (UFG) indicando um colapso hospitalar no mês de julho e uma previsão de 18 mil mortes por Covid-19 no estado até setembro, tem sofrido ataques nas redes sociais por causa do conteúdo divulgado, segundo a Diretoria do Sindicato dos Docentes das Universidades Federais de Goiás (Adufg-Sindicato).

De acordo com o sindicato, Rangel, que atua no Instituto de Ciências Biológicas (ICB), tem sido considerado como o responsável pelo “futuro das famílias”.

Depois da divulgação do estudo, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM), editou um novo decreto determinando o fechamento de atividades não essenciais pelos próximos 14 dias, a serem intercalados com igual período de funcionamento. O decreto foi publicado por volta das 23h30 de segunda-feira (29), mesmo dia em que a pesquisa da UFG foi divulgada.

Ao G1, o professor Thiago Rangel disse que está estudando, junto a seu advogado, quais medidas tomar. “O Ministério Público e a Delegacia de Crimes Cibernéticos já estão investigando”, afirmou.

Como o professor não possui redes sociais, ele disse que não chegou a receber diretamente as mensagens de ataques, mas comentou que ficou sabendo que criaram “memes” dele, que estão circulando no Whatsapp. Disse ainda que estão espalhando fake news sobre ele em outras redes sociais.

O professor Thiago Rangel, que apresentou um estudo da Universidade Federal de Goiás (UFG) indicando um colapso hospitalar no mês de julho e uma previsão de 18 mil mortes por Covid-19 no estado até setembro, tem sofrido ataques nas redes sociais por causa do conteúdo divulgado, segundo a Diretoria do Sindicato dos Docentes das Universidades Federais de Goiás (Adufg-Sindicato).

De acordo com o sindicato, Rangel, que atua no Instituto de Ciências Biológicas (ICB), tem sido considerado como o responsável pelo “futuro das famílias”.

Depois da divulgação do estudo, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM), editou um novo decreto determinando o fechamento de atividades não essenciais pelos próximos 14 dias, a serem intercalados com igual período de funcionamento. O decreto foi publicado por volta das 23h30 de segunda-feira (29), mesmo dia em que a pesquisa da UFG foi divulgada.

Ao G1, o professor Thiago Rangel disse que está estudando, junto a seu advogado, quais medidas tomar. “O Ministério Público e a Delegacia de Crimes Cibernéticos já estão investigando”, afirmou.

Como o professor não possui redes sociais, ele disse que não chegou a receber diretamente as mensagens de ataques, mas comentou que ficou sabendo que criaram “memes” dele, que estão circulando no Whatsapp. Disse ainda que estão espalhando fake news sobre ele em outras redes sociais.

O professor Thiago Rangel, que apresentou um estudo da Universidade Federal de Goiás (UFG) indicando um colapso hospitalar no mês de julho e uma previsão de 18 mil mortes por Covid-19 no estado até setembro, tem sofrido ataques nas redes sociais por causa do conteúdo divulgado, segundo a Diretoria do Sindicato dos Docentes das Universidades Federais de Goiás (Adufg-Sindicato).

De acordo com o sindicato, Rangel, que atua no Instituto de Ciências Biológicas (ICB), tem sido considerado como o responsável pelo “futuro das famílias”.

Depois da divulgação do estudo, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM), editou um novo decreto determinando o fechamento de atividades não essenciais pelos próximos 14 dias, a serem intercalados com igual período de funcionamento. O decreto foi publicado por volta das 23h30 de segunda-feira (29), mesmo dia em que a pesquisa da UFG foi divulgada.

Ao G1, o professor Thiago Rangel disse que está estudando, junto a seu advogado, quais medidas tomar. “O Ministério Público e a Delegacia de Crimes Cibernéticos já estão investigando”, afirmou.

Como o professor não possui redes sociais, ele disse que não chegou a receber diretamente as mensagens de ataques, mas comentou que ficou sabendo que criaram “memes” dele, que estão circulando no Whatsapp. Disse ainda que estão espalhando fake news sobre ele em outras redes sociais.

Em uma das imagens, há uma foto de Rangel com a seguinte mensagem: “O futuro da sua família depende dele. Você o conhece? Ele é o responsável pelo lockdown em Goiás”. O texto segue informando que ele é do departamento de Ecologia da UFG e que não é especialista para fazer esse tipo de estudo.

Leia mais: G1


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