Combate ao coronavírus na Grande Florianópolis deve ter gestão coletiva, propõem pesquisadores

Movimento com professores da UFSC, Udesc e outras instituições criou petição para defender mais articulação entre municípios e espaços para sociedade participar das decisões

Um grupo de pesquisadores catarinenses iniciou um movimento que defende a criação de um comitê metropolitano para a gestão da pandemia do novo coronavírus na Grande Florianópolis. A intenção é aumentar a articulação entre as áreas do governo e criar espaços para que a sociedade também seja ouvida e participe das decisões ligadas à covid-19.

A iniciativa reúne pesquisadores da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Universidade do Estado de SC (Udesc), organizações não governamentais, entidades como o Fórum de Políticas Públicas e o Instituto Comunitário da Grande Florianópolis (Icom), além de profissionais da área de saúde e educação.

O grupo defende a criação de um comitê intersetorial metropolitano que articule as áreas do governo e a sociedade nos 22 municípios da Grande Florianópolis. Além disso, propõe a criação de um comitê municipal na Capital e que cada município amplie a transparência de dados, os critérios e os processos de decisão adotados.

O movimento lançou nesta segunda-feira (13) uma petição online para defender a criação dos comitês. Após reunir assinaturas de apoio à proposta, o grupo pretende levar a petição aos gestores públicos da Grande Florianópolis e ao governo do Estado para formalizar o pedido de criação dos comitês.

Embora nos últimos dias tenha sido divulgada uma lista de medidas conjuntas entre quatro cidades da Grande Florianópolis, os pesquisadores consideram que essa articulação ainda está aquém do que o momento exige, e que precisariam integrar também entidades e a sociedade.

A petição pode ser lida na íntegra e assinada neste link

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