Médicos formados por cotas em universidades públicas tiveram 27% menos chance de ingressar na residência médica, segundo a Folha
As políticas de ação afirmativa têm conseguido ampliar o acesso à graduação em Medicina, mas não eliminam as desigualdades na etapa seguinte da formação. Médicos formados por cotas em universidades públicas tiveram 27% menos chance de ingressar na residência médica em relação aos demais colegas.
Os dados são de um estudo nacional da Universidade de São Paulo (USP), que analisou mais de 110 mil egressos entre 2018 e 2022 e acompanhou sua entrada em programas de especialização até 2024. A análise envolveu diferentes bases administrativas e educacionais.
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