UFSC não está entre elas, segundo levantamento feito pelo jornal O Globo
Quatro em cada dez universidades federais construíram ou discutem protocolos de uso ético de ferramentas de inteligência artificial (IA) generativa por parte dos alunos, professores e pesquisadores. Em geral, esses documentos apontam para a necessidade de transparência nas salas de aula e nos trabalhos científicos quanto à utilização dessa tecnologia e também uma preocupação com a proteção de dados sensíveis.
Levantamento feito pelo jornal O Globo aponta que 30 (43%) das 69 universidades federais do país já possuem protocolos disponíveis ou os estão construindo. Dessas, 17 publicaram seus guias nos últimos dois anos — sendo muitas das principais instituições da rede, como as federais do Rio de Janeiro (UFRJ), de São Paulo (Unifesp), de Minas Gerais (UFMG) e da Bahia (UFBA). Além disso, 13 — como a federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), do Piauí (UFPI), do Pará (UFPA) e do Cariri (UFCA) — formaram comissões institucionais para discutir o tema.
Três outras informaram que vão começar os debates agora. Essa lista inclui as universidades federais do Vale do São Francisco (Univasf), na Bahia; do Triângulo Mineiro (UFTM); e da Integração Latino-Americana (Unila), no Paraná.
O uso de inteligência artificial no ensino superior é um dos aspectos que consta da primeira regulamentação dessa tecnologia na educação brasileira, que pode ser votada hoje na comissão especial formada pelo tema no Conselho Nacional de Educação (CNE). A previsão era de que o documento fosse aprovado no último encontro, há 15 dias, mas o Ministério da Educação (MEC) pediu adiamento para fazer considerações.
Leia na íntegra: O Globo
