No geral, o sistema de ensino superior brasileiro ampliou sua presença no ranking e registrou taxa líquida de melhora de 4%
O Brasil manteve presença relevante em Odontologia, perdeu posições em Engenharia de Petróleo e passou a ter em História da Arte sua área mais bem colocada no ranking mundial por disciplinas da Quacquarelli Symonds (QS) 2026.
O levantamento analisou mais de 21 mil cursos em cerca de 1.900 instituições de ensino superior de 100 países. Ao todo, 31 universidades brasileiras tiveram 382 cursos avaliados, o maior volume da América Latina.
Principal instituição do país, a Universidade de São Paulo (USP) teve movimentos opostos. Caiu em Engenharia de Petróleo, do 9º para o 29º lugar, área que já havia garantido ao Brasil sua melhor posição histórica. Em sentido contrário, alcançou resultado inédito em História da Arte, ao chegar ao 12º lugar, melhor colocação brasileira nesta edição.
No geral, o sistema de ensino superior brasileiro ampliou sua presença no ranking e registrou taxa líquida de melhora de 4%, com mais cursos subindo do que caindo de posição.
A metodologia da QS combina cinco indicadores, com pesos que variam conforme a área. Entre eles estão reputação acadêmica, avaliação de empregadores e desempenho em pesquisa, medido a partir da base bibliométrica Scopus/Elsevier. Esse último tem maior peso em campos como Medicina, mais dependentes de produção científica, do que em áreas com perfil mais profissionalizante, como Artes.
Fonte: Folha
