Coordenadora da área econômica da campanha de Flávio Bolsonaro sugere substituição de carreiras pelo uso de IA

Daniella Marques defendeu o enxugamento de estatais e ministérios

Coordenadora da área econômica da campanha de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência, a economista Daniella Marques defendeu o enxugamento de estatais e ministérios em caso de eleição do filho de Jair Bolsonaro (PL). Durante o 25º Fórum Empresarial do Grupo Lide, a economista também ressaltou o compromisso assumido por Flávio em fazer uma espécie de “governo de transição”, no qual pretendelevar à frente uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que ponha fim à reeleição.

Daniella, que é ex-presidente da Caixa Econômica, disse que um eventual governo de Flávio deve ter algo entre 20 e 25 ministérios — o que representaria um enxugamento, em relação às 38 pastas ministeriais atuais. Ainda sobre a redução dos gastos públicos, a economista afirmou que é preciso reavaliar carreiras que se tornaram ociosas pelo uso de Inteligência Artificial.

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