Brasil chega a 1.510 cientistas entre os mais influentes do mundo, 3,4% a mais em relação a 2025

Dado consta de levantamento elaborado por pesquisador de Stanford com Elsevier, destaca a Folha

Mil quinhentos e dez cientistas que atuam no Brasil figuram entre os mais influentes do mundo. O quadro consta de um levantamento divulgado no último dia 7. Ele é elaborado pelo pesquisador John Ioannidis, da Universidade de Stanford (EUA) em parceria com a empresa Elsevier, responsável por periódicos como Lancet e Cell. O dado deste ano supera em 3,4% o de 2025, quando havia 1.461 representantes do país na lista. Além disso, mantém o crescimento observado nos últimos anos.

Entre os nomes mais bem colocados do país estão o médico Carlos Augusto Monteiro, da Universidade de São Paulo (USP), o físico Constantino Tsallis, do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas, o engenheiro Jayme Garcia Arnal Barbedo, da Embrapa, o epidemiologista Cesar Gomes Victora, da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), e o físico José Marengo, do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden).

O levantamento inclui os 100 mil cientistas com o maior número de citações ou aqueles que estão entre os 2% mais bem classificados em sua subárea.

Na edição deste ano, aparecem na lista representantes de 259 instituições de pesquisa e ensino do país. A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) é a nona no ranking entre as instituições brasileiras, com 33 cientistas em destaque.

Leia na íntegra: Folha de S. Paulo