MEC disponibiliza protocolos de referência que são adaptados por cada rede de ensino, destaca o Poder 360
O levantamento do Diagnóstico Equidade 2026, promovido pelo Ministério da Educação (MEC) por meio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi), mostra aumento da presença de protocolos formais para casos de racismo nas redes públicas de ensino. Entre as redes estaduais, a presença desses instrumentos passou de 59% para 93%. Nas municipais, o percentual foi de 36% para 53%.
O dado indica que as secretarias de educação do país estão adotando procedimentos formais para agir diante de episódios de discriminação racial dentro do ambiente escolar.
De acordo com a coordenadora-geral de Educação para Relações Étnico-Raciais da Secadi, Lara Vilela, a formação dos profissionais é parte do processo de implementação dos protocolos de identificação e resposta ao racismo. A orientação é que gestores e equipes conheçam os fluxos de atendimento e os procedimentos previstos para cada situação.
De acordo com os protocolos disponibilizados pelo MEC, a resposta a casos de racismo no ambiente escolar estabelece 2 fluxos distintos: um para situações envolvendo estudantes, e outro para casos em que a discriminação é praticada por um adulto contra um estudante. Em ambos os casos, o atendimento é organizado em sete etapas integradas.
Leia na íntegra: Poder 360
