Pesquisa da UFSC que começou em 2005 usa moscas-da-fruta para testar potencial de um fármaco vir a ser antidepressivo no futuro
Pesquisadores da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) estão estudando o uso de moscas-da-fruta como alternativa aos ratos e camundongos em testes científicos que avaliam o potencial de novos medicamentos antidepressivos.
A pesquisa utiliza a espécie Drosophila melanogaster, considerada praga agrícola,e busca desenvolver métodos capazes de reduzir o número de roedores utilizados nos experimentos, diminuir os custos dos estudos e ampliar a confiabilidade estatística dos resultados.
O projeto é coordenado pela professora Cilene Lino de Oliveira, do Centro de Ciências Biológicas (CCB) da UFSC, e integra as atividades do Grupo de Pesquisa do Departamento de Ciências Fisiológicas (CFS). A equipe está entre as pioneiras na utilização desses insetos para investigar os efeitos de medicamentos antidepressivos.
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