Os 1.000 dias contra a educação

Ao Poder 360, Priscila Cruz escreve que marca é mais que suficiente para entender que governo deixou estragos profundos e duradouros para crianças e jovens

Priscila Cruz, 46, é mestre em administração pública pela Harvard Kennedy School e fundadora e presidente-executiva do movimento Todos Pela Educação, neste artigo aponta os retrocessos na educação causados pelo governo

Chegamos no fim de setembro à marca dos 1.000 dias de governo do presidente Jair Bolsonaro. Se os primeiros 100 dias costumam servir para desenhar o horizonte de possibilidades, (re)direcionamentos estratégicos e primeiras conquistas de uma nova gestão, 1.000 dias são suficientes para registrar e medir, de modo mais preciso, o tamanho do impacto que o governo deixará para o futuro.

No caso da educação, é preciso deixar registrado e medido, com todas as letras: 1.000 dias de governo Bolsonaro foram suficientes para provocar estragos profundos e duradouros e piorar a vida de milhões de crianças e jovens do Brasil.

Mesmo antes da pandemia, a educação básica vinha sofrendo com sucessivas reduções orçamentárias, gestão sem foco, troca de equipes, ações erráticas e prioridades definidas com base em premissas ideológicas e não na racionalidade que se espera das políticas educacionais. Mais do que paralisia, enfrentamos retrocessos. E graves.

Leia na íntegra: Poder 360

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