‘Corremos o risco de perder alunos por causa da fome’, diz dirigente de universidade

Inflação dos alimentos e queda de repasses federais elevam preço dos bandejões em até 270%

Depois de dois anos sem aulas presenciais, estudantes das universidades federais se preparam para voltar aos campi em 2022. Além da preocupação com o curso, eles terão outro desafio no retorno: arcar com refeições até 270% mais caras nos restaurantes universitários, os bandejões.

Com a inflação dos alimentos e a queda de repasses do MEC (Ministério da Educação) para ações de permanência estudantil, reitorias de universidades federais de todo o país tiveram que reduzir, e em alguns casos até mesmo acabar, com o subsídio das alimentações. Com isso, os alunos terão que pagar quase três vezes mais do que antes da pandemia.

Um levantamento do Fonaprace (Fórum Nacional de Pró-Reitores de Assuntos Estudantis) identificou que 33 das 69 universidades do país já reajustaram os valores ou estudam como repassar o aumento aos estudantes.

Leia na íntegra: Folha

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