Calendário encurtado pelas Eleições Gerais podem impactar na tramitação das proposições, destaca o Metrópoles
A expectativa do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), de aprovar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Reforma Administrativa ainda em 2025 foi frustrada. Passou o ano, e o desejo de Motta parece distante até de 2026, que acaba de começar. O primeiro impasse está no calendário encurtado pelas Eleições Gerais, que terão o primeiro turno em outubro.
Líderes do Centrão ouvidos pelo Metrópoles avaliam que Motta terá apenas cerca de seis meses para articular e aprovar propostas. Depois desse período, o Congresso tende a se esvaziar, com parlamentares nos próprios estados para a campanha eleitoral. Nesse cenário, eles consideram difícil a aprovação de um texto com forte impacto na economia.
O próprio presidente da Câmara mudou o tom do discurso ao longo do ano. De otimista, no início do ano, passou a reconhecer, em dezembro, que o debate tende a ser mais demorado.
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