UFSC aparece em 5º lugar no ranking de desenvolvimento de softwares
As universidades federais, vinculadas ao Ministério da Educação (MEC), lideraram os registros do recém-divulgado anuário de 2025 do Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI), que mapeia as proteções de criação intelectual no país. O relatório aponta um domínio das universidades federais em categorias estratégicas para o desenvolvimento nacional, como o desenvolvimento de softwares.
Segundo o documento, sete em cada dez dos maiores depositantes de patentes de invenção no Brasil são entidades públicas, sendo as universidades federais as principais responsáveis por esse desempenho. No ranking de Patentes de Invenção, das 51 posições ocupadas pelos maiores depositantes nacionais, 30 são de federais. O setor de educação responde isoladamente por 20,9% de todos os participantes ranqueados.
A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) aparece em 5º lugar no ranking de Programas de Computador, com 74 depósitos de pedidos de registro relacionados ao desenvolvimento de softwares. Nas Patentes de Invenção, a UFSC está em 24º lugar, com 35 depósitos de pedidos de patentes. Além disso, a Universidade tem seis depósitos de Patentes de Invenção em parceria com outros integrantes do ranking, que reúne nas primeiras posições empresas como a Petrobras.
Para o secretário de Educação Superior do MEC, Marcus David, os números apontam para o retorno prático à sociedade do investimento público nessas instituições. “As universidades federais são protagonistas da inovação brasileira. Sua presença entre os principais depositantes de patentes do país evidencia a capacidade de transformar conhecimento em soluções concretas para a sociedade. Além de formarem profissionais altamente qualificados, as universidades federais são espaços de produção científica, desenvolvimento tecnológico e geração de inovação. Cada patente depositada e cada software registrado representam avanços com potencial para fortalecer a indústria, aprimorar os serviços públicos, impulsionar a competitividade nacional e contribuir para a soberania científica e tecnológica do Brasil”.
Confira o relatório na íntegra:
Fonte: MEC
