Educação étnico-racial avança, mas formação de professores é entrave, aponta levantamento

Índice do MEC avalia política de 2024 a 2026; oferta de materiais e monitoramento ainda são limitados, aponta Folha

As redes públicas de ensino avançaram na implementação de políticas para educação das relações étnico-raciais de 2024 a 2026, mas a formação de professores segue entre os pontos mais frágeis, especialmente nos municípios, segundo diagnóstico do Ministério da Educação (MEC).

O Índice Nacional de Educação para as Relações Étnico-Raciais (Erer), mecanismo criado pelo ministério para acompanhar a implementação da política, subiu de 47,7 para 54,2 pontos nas redes estaduais e de 26,6 para 34,7 nas municipais, em uma escala de 0 a 100.

O índice foi criado há dois anos para avaliar a implementação nacional da Lei 10.639, de 2003, que estabeleceu a obrigatoriedade do ensino de história e cultura afro-brasileira, e da Lei 11.645, de 2008, que ampliou a exigência para incluir também a história e a cultura dos povos indígenas.

Leia na íntegra: Folha de S. Paulo