Ministério da Educação tem percentual de 4,8%, cerca de R$ 1,6 bilhão, segundo a Folha
As emendas parlamentares indicadas por deputados e senadores consumiram até 78,9% da verba discricionária de ministérios do governo Lula (PT) em 2025.
Trata-se de uma fatia do Orçamento que não está engessada pelo pagamento da folha salarial, entre outras obrigações, e é aplicada no custeio de políticas públicas e nos investimentos em obras e compras de equipamentos.
O maior percentual foi registrado no Ministério do Turismo, pasta comandada por indicados do centrão desde o começo do terceiro mandato de Lula, com quase 80%.
O Ministério da Saúde teve cerca de 40% dos recursos livres drenados por emendas. Já no Ministério da Educação (MEC), 4,8% do recursos foram impactados, cerca de R$ 1,6 bilhão. No Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação foram R$ 97 milhões, cerca de 1%.
Leia na íntegra: Folha de S. Paulo
