Antes de sair, Camilo Santana pretende resolver situação dos recursos do Pé-de-Meia e reajuste do piso salarial dos professores, destaca o Valor
O ministro da Educação, Camilo Santana, disse ao Valor que deve deixar o ministério no fim de março para reforçar as campanhas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do governador do Ceará, Elmano de Freitas (PT), ambos buscando a reeleição. Camilo negou eventual candidatura ao governo.
Antes de sair, Camilo tem de encontrar recursos para ampliar o Pé-de-Meia a todos os alunos do ensino médio da rede pública ainda neste ano para atender cobrança de Lula. O valor cheio estimado chega a R$ 5 bilhões, mas o ministro diz que o montante final pode ser menor. Se o Ministério da Fazenda autorizar o gasto, a medida pode vigorar já no segundo semestre, e o feito celebrado será na campanha de Lula.
Ainda em janeiro, o ministro tem de construir um consenso junto a prefeitos e governadores sobre o reajuste salarial dos professores, que pela regra atual, seria de apenas 0,37%. Uma medida provisória tem de ser publicada nos próximos dias.
Leia na íntegra: Valor
