MEC diz que ocupação final depende da consolidação das matrículas e que oscilações nas notas de corte são inerentes ao sistema, destaca a Folha
O número de vagas nos cursos de Medicina que não resultaram em matrícula na chamada regular do Sisu 2026 explodiu nas universidades federais em comparação com os últimos anos. Em graduações historicamente entre as mais concorridas do país, uma parcela relevante das oportunidades já migrou para a lista de espera.
As instituições começaram a divulgar as listas de espera em 11 de fevereiro. Ainda não há dados consolidados que expliquem o movimento. Especialistas ouvidos pela Folha apontam como principal hipótese a mudança no regulamento do sistema, que passou a permitir o uso da melhor nota entre as três últimas edições do Enem.
Já era comum que candidatos utilizassem o desempenho no Enem para se inscrever em cursos sem intenção real de matrícula. Mas agora, segundo professores, a possibilidade de usar edições anteriores do exame fez com que estudantes com médias altas passassem a disputar vagas apenas para testar as chances de aprovação, sem compromisso de mudança de cidade ou de efetivar a matrícula.
Leia na íntegra: Folha de S. Paulo
