Resolução discutida no CNE reduz de 50% para 40% exigência de aulas presenciais, a partir de proposta de secretaria do ministério, destaca a Folha
Secretários de Educação da rede pública pressionam o Ministério da Educação (MEC) contra o avanço em uma nova regra, apoiada pela área técnica da pasta, que prevê a redução da exigência de aulas presenciais nos cursos de formação de professores.
Entidades que representam os dirigentes divulgaram carta ao ministro da Educação, Camilo Santana, e ao Conselho Nacional de Educação (CNE), que debate essas alterações nas diretrizes das graduações. O posicionamento dos dirigentes classifica a proposta como retrocesso.
Após celebrar um aperto contra a educação a distância nos cursos de formação de professores, o MEC do governo Lula (PT) passou a defender uma alteração nas regras que reduz de 50% para 40% a carga horária mínima de aulas presenciais, como a Folha revelou. Publicamente, o ministro Camilo Santana tem defendido a carga de 50%.
Leia na íntegra: Folha de S. Paulo
