Mudança atende demanda de países preocupados com impacto da tecnologia na saúde e discernimento dos estudantes, destaca a Folha
Uma das principais avaliações da educação básica do mundo, o Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa, na sigla em inglês) vai passar a medir se os adolescentes estão aprendendo a agir de forma responsável e crítica no mundo contemporâneo mediado por plataformas digitais e sistemas de inteligência artificial.
O exame é um estudo comparativo internacional, realizado a cada três anos em dezenas de países, para avaliar o desempenho de estudantes de 15 anos.
A avaliação será aplicada neste ano, seguindo o mesmo formato das últimas edições. Ou seja, avaliando o conhecimento dos jovens em três áreas: leitura, matemática e ciências. A partir de 2029, no entanto, a área de linguagens incluirá questões para avaliar o nível de letramento em mídia digital e inteligência artificial.
Um documento preliminar elaborado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), responsável pelo exame, para nortear o debate sobre as mudanças no Pisa diz que a ideia central será avaliar se os jovens estão se questionando e conseguem distinguir o que é real ou não.
Leia na íntegra: Folha de S. Paulo
