Texto, que passará por novas discussões, enfatiza protagonismo do professor e limita ferramenta a apoio, destaca a Folha
O Conselho Nacional de Educação (CNE) aprovou, em votação inicial nesta segunda-feira, dia 11, um parecer que estabelece diretrizes para o uso da inteligência artificial (IA) na educação básica e superior. A proposta orienta escolas e redes a adotar a tecnologia como ferramenta de apoio, sob supervisão humana, e ainda depende de novas discussões antes de eventual homologação do Ministério da Educação (MEC).
O uso da IA passa a ser classificado por nível de risco. Ferramentas de apoio, como organização de materiais e acessibilidade, entram na categoria de baixo risco. Já sistemas de correção automatizada de avaliações, monitoramento biométrico e seleção de benefícios são considerados de alto risco e exigem supervisão contínua.
Aplicações como vigilância emocional, pontuação social e decisões totalmente automatizadas sobre aprovação, retenção ou desligamento de alunos ficam proibidas. As diretrizes estabelecem que decisões pedagógicas devem permanecer sob responsabilidade de professores.
Leia na íntegra: Folha de S. Paulo
