Empresários tentam esvaziar quórum da votação; 49 senadores precisam ser favoráveis ao texto, segundo a Folha
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), manteve o início da discussão da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com a jornada de trabalho 6×1 para esta terça-feira, dia 6, enquanto a base do governo tenta evitar que os resultados das urnas no domingo, dia 4, contaminem as chances de aprovação da medida.
Até agora, Alcolumbre agendou três sessões plenárias de discussão para esta semana, período em que governo e oposição esperam medir os ânimos para a votação do texto no plenário. A proposta que reduz a jornada semanal dos trabalhadores formais no Brasil precisa de votos de 49 dos 81 senadores em dois turnos de votação.
O ministro José Guimarães, de Relações Institucionais, disse nesta segunda, dia 5, que o governo mantém o plano de aprovar a PEC ainda nesta semana. Ele minimizou eventual peso do resultado eleitoral na disposição de Alcolumbre de manter o tema na pauta. Segundo ele, o clima “não mudou nada” e “a eleição está empatada”.
A Apufsc-Sindical e o Proifes-Federação defendem o fim da escala 6×1 por melhores condições de trabalho e de vida. Clique aqui e participe da campanha de mobilização que visa pressionar os senadores a votarem pela aprovação da pauta em plenário.
Leia na íntegra: Folha de S. Paulo
