Sob Bolsonaro, MEC tem maior número de trocas desde a redemocratização

Ministério caminha rumo ao quarto nome para comandar a pasta no período de um ano e meio de gestão

O governo Jair Bolsonaro (sem partido) atingiu um marco inédito de mudanças no comando do MEC (Ministério da Educação). Com a demissão de Carlos Alberto Decotelli, o ministério caminha rumo ao quarto nome para comandar a pasta no período de um ano e meio de gestão. É o maior número de trocas no cargo de ministro da Educação desde a redemocratização do país.

Decotelli, que havia sido indicado para o posto na semana passada, pediu demissão do cargo ontem após uma série de revelações de que havia informações falsas em seu currículo. A cerimônia de posse do agora ex-ministro nem sequer chegou a acontecer.

Antes dele, o MEC foi comandado por Abraham Weintraub, que assumiu o ministério em abril de 2019 e deixou a pasta em junho deste ano. Weintraub, por sua vez, saiu do governo após atritos com STF (Supremo Tribunal Federal).

Já o primeiro a ocupar o cargo de ministro da Educação no governo Bolsonaro foi Ricardo Vélez Rodríguez, que permaneceu no MEC de janeiro a abril do ano passado, somando pouco mais de três meses na cadeira.

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