Entidades sindicais acusam Bolsonaro de crimes contra a humanidade em tribunal internacional

Para sindicatos, presidente colocou em risco população ao causar aglomerações, não usar máscara e promover uso da hidroxicloroquina

Além da Unisaúde, responsável pela iniciativa, assinaram o pedido representantes da UGT (União Geral dos Trabalhadores), da CUT (Central Única dos Trabalhadores) e da Nova Central Sindical, além de movimentos sociais como o MST (Movimento dos Trabalhadores Sem Terra).

A iniciativa se baseia no Estatuto de Roma, que define os crimes considerados internacionais, como o genocídio e a tortura. No documento, as entidades sindicais alegam que o presidente cometeu crimes contra a humanidade quando se recusou a tomar medidas que, segundo elas, visavam a proteção da população brasileira em meio à pandemia.

Leia na íntegra: Folha

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