Professores vão poder corrigir questões dissertativas e redações com tecnologia, mas IA não pode dar nota ou reprovar alunos sozinha, destaca o Globo
O ministro da Educação, Leonardo Barchini, vai homologar nesta semana o parecer do Conselho Nacional de Educação (CNE) que cria a primeira regulamentação da inteligência artificial (IA) em escolas e universidades públicas e privadas do país. O texto, no entanto, sofrerá mudanças.
A principal delas é a liberação de ferramentas de IA para a correção de questões dissertativas e redações. A versão original proibia esse tipo de uso. O MEC entendeu, no entanto, que essa vedação foi restritiva demais e que a aplicação pode facilitar a vida dos professores.
O novo texto ainda determina que as notas devem ser dadas apenas pelos professores. Assim, ele veda expressamente, por exemplo, que ferramentas de IA sejam utilizadas para determinar a aprovação ou reprovação dos estudantes. O entendimento do MEC é que os docentes poderão utilizar essa aplicação em questões dissertativas e na redação para facilitar o trabalho deles, como um primeiro filtro de correção, e não como substituição desses profissionais.
Leia na íntegra: O Globo
