Campanha ‘Ciência para que ciência’ da SBPC já tem 160 vídeos publicados

Estudantes e pesquisadores de todas as áreas estão convidados a compartilhar suas histórias; veja como participar

A Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) tem recebido semanalmente diversos depoimentos de professores, estudantes e pesquisadores de todo o País reforçando a importância da ciência brasileira na campanha “Ciência, pra que ciência”. Já são quase 160 vídeos publicados na playlist no canal SBPC, no YouTube. A iniciativa tem como objetivo mostrar como a ciência desenvolvida no Brasil, com financiamento público, é vital para o desenvolvimento e bem estar de toda a população.

Estudantes e pesquisadores, desde a iniciação científica até a pós-graduação, bolsistas e ex-bolsistas, profissionais de todas as áreas estão convidados a participar da campanha e compartilhar suas histórias. Basta gravar um breve vídeo, com duração de 30 segundos a um minuto, acessar este link, preencher um breve formulário e seguir as instruções para carregá-lo. O vídeo pode ser gravado com o próprio celular, em alta definição, com o aparelho na horizontal. Participe e apoie a ciência brasileira!

Com a crescente crise no setor de Ciência, Tecnologia e Inovação, somado ao risco iminente de extinção ou fusão das principais agências de fomento – Capes, CNPq e Finep – a comunidade científica tem buscado apoio da população para sensibilizar e pressionar o governo a reverter esse quadro de desmonte da ciência e educação, que deveriam ser considerados como os pilares para a retomada do crescimento do País. Campanhas como esta desenvolvida pela SBPC são uma forma de envolver toda a sociedade em defesa da ciência brasileira.

Todos os vídeos estão disponíveis na TV SBPC, no YouTube, e nas redes sociais da SBPC (Facebook, Twitter e Instagram: @SBPCnet). Entre eles, está o depoimento da Najla Adel Saleh, pesquisadora da UFSC na área de biologia celular. Em sua pesquisa, ela desenvolve um modelo de mini-tumor de melanoma e com esse modelo, testa novas terapias de tratamento desse tipo de câncer, um método alternativo à utilização de animais na pesquisa.

Leia na íntegra: Jornal da Ciência

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