Associação de Docentes da USP também defende a não criminalização e a não punição dos alunos mobilizados nos protestos, que já duram mais de um mês, destaca o G1
A Associação de Docentes da Universidade de São Paulo (Adusp) aprovou nesta segunda-feira, dia 25, greve dos professores da USP e apoio à paralisação dos estudantes, que está em curso há mais de um mês. A decisão, segundo a categoria, foi tomada “diante da ausência de avanços efetivos nas negociações conduzidas” pelo conselho de reitores das universidades estaduais paulistas e pela própria Reitoria da universidade.
Entre os principais pontos que motivaram a greve estão:
- Reivindicação de reajuste salarial correspondente à inflação anual medida pelo IPCA (4,39%), acrescido de 3%, “como parte do processo de recuperação das perdas históricas acumuladas pelos trabalhadores das universidades estaduais paulistas”;
- O avanço na proposta apresentada pelos estudantes para aumento do valor do Programa de Apoio à Permanência e Formação Estudantil;
- E a reorganização do semestre acadêmico “diante dos impactos provocados pela paralisação e pelo conflito em curso”.
Leia na íntegra: G1
