Monitoramento sobre redução de desigualdades faz parte das regras de distribuição do Fundeb, principal mecanismo de financiamento da educação básica destaca a Folha
As redes de ensino do país tiveram um avanço inédito na redução de desigualdades raciais e socioeconômicas no aprendizado: 92% das redes do país registraram alta de desempenho de alunos pobres, negros e indígenas, na comparação dos indicadores de 2023 e 2025, que contemplam a atual gestão Lula (PT). O percentual de redes que havia registrado essa melhora no período anterior foi de 66%.
Esse monitoramento sobre redução de desigualdades faz parte das regras de distribuição do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), principal mecanismo de financiamento da educação básica. Significa que mais redes irão se habilitar para ter acesso, em 2027, a uma parcela do fundo destinada a quem melhorou resultados —o governo estima que essa parcela por resultados será de R$ 8,1 bilhões no ano que vem.
O Fundeb reúne uma cesta de impostos, além de uma complementação da União. Os recursos são distribuídos para as secretarias de Educação a partir do número de alunos e tipo de matrículas.
Leia na íntegra: Folha de S. Paulo
