Pesquisa da UFSC sobre treinamento cognitivo em pessoas com hipertensão busca voluntários

É preciso ter entre 45 e 70 anos e alguma dificuldade cognitiva leve

Uma pesquisa da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) está selecionando voluntários para um estudo que irá avaliar o efeito do treinamento cognitivo, com uso de realidade virtual, em pessoas com hipertensão. Para participar, é preciso ter entre 45 e 70 anos, apresentar hipertensão arterial em tratamento e possuir comprometimento cognitivo leve, como dificuldade de atenção e memória. O projeto é coordenado pela doutoranda Iara Gonçalves Teixeira, do Programa de Pós-Graduação em Neurociências da UFSC.

Ao final do estudo, caso os resultados da intervenção com realidade virtual sejam favoráveis ao ganho cognitivo, os participantes dos outros dois grupos de controle, que não utilizaram a ferramenta, também poderão realizar o treinamento.

Os interessados em participar da pesquisa podem tirar dúvidas, verificar se atendem aos critérios de elegibilidade e agendar uma avaliação com Iara pelo WhatsApp (48) 99655-0952.

Avaliações e treinamentos ocorrem na UFSC

Inicialmente, serão realizadas duas avaliações na mesma semana, que analisarão parâmetros de saúde mental, cognição e aspectos cardiovasculares. As avaliações são gratuitas, realizadas mediante agendamento, no período da manhã, no Laboratório de Fisiologia Cardíaca & Vascular (CardioVasc Lab) da UFSC, e duram pouco mais de uma hora.

As intervenções da pesquisa ocorrerão no período vespertino. Os participantes poderão ser encaminhados para um dos três grupos:

  • Intervenção: treinamento cognitivo com realidade virtual;
  • Controle ativo: atividades em realidade virtual;
  • Controle passivo: atividades cotidianas, sem participar das intervenções, participando apenas das avaliações.

As intervenções serão realizadas duas vezes por semana, durante dois meses. Após esse período, ocorrerá uma nova avaliação, com o objetivo de comparar os resultados antes e depois da intervenção, sem finalidade diagnóstica.

Imprensa Apufsc