Transformações na oferta de cursos reacende o debate sobre novos modelos de formação e carreira acadêmica, destaca o Estadão
A pós-graduação brasileira passa por um momento de transformação. Mudanças no perfil da oferta de cursos, na formação de pesquisadores e na organização da carreira acadêmica apontam para um sistema que busca reduzir o tempo de qualificação, ampliar o acesso ao doutorado e incorporar novas modalidades de ensino, ao mesmo tempo em que enfrenta desafios ligados à expansão da pesquisa e à qualidade da formação.
Os dados mais recentes do Mapa do Ensino Superior no Brasil, publicado pelo Instituto Semesp em 2026, ilustram o cenário. Enquanto o doutorado registrou expansão de quase 16%, em 2025, impulsionado principalmente pela rede privada (+34,6%) e também pelo crescimento na rede pública (+11,6%), o mestrado sofreu retração 6,7%, puxado pela queda de 15,6% nas universidades públicas, apesar do avanço no setor privado (+9,25%).
O levantamento também mostra o crescimento do ensino a distância na pós-graduação stricto sensu, modalidade que já reúne 28,4% dos mestrandos e 17,6% dos doutorandos no País.
Leia na íntegra: Estadão
