A Diretoria da Apufsc repudia veementemente esse tipo de manifestação criminosa
Na última sexta-feira, dia 11, o Coletivo Lélia Gonzalez dos Estudantes Negros e Negras do Curso de Direito da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) denunciou a descoberta de pichações de cunho nazista e racista no Centro Socioeconômico (CSE), no campus Trindade, em Florianópolis.
No domingo, dia 13, a Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe) se manifestou por meio de nota sobre o assunto, e afirmou que o caso erá levado à Polícia Federal (confira a nota na íntegra abaixo). O reitor Amir de Oliveira também se posicionou em um vídeo publicado nas redes sociais. Nele, afirma: “não toleraremos a intolerância”. O reitor diz ainda que “essas manifestações precisam ter um fim e faremos o possível para que isso não ocorra novamente”.
A Diretoria da Apufsc também repudia veementemente esse tipo de manifestação e registra que apologia ao nazismo e racismo são crimes previstos em lei.
Leia a nota da Proafe na íntegra:
A Universidade Federal de Santa Catarina repudia as manifestações racistas, ameaçadoras e de exaltação ao nazismo encontradas nas dependências do Centro Socioeconômico, no campus de Florianópolis.
Racismo não é opinião, é crime. Ameaça não é divergência. A exaltação do nazismo não pode ser naturalizada como manifestação política.
A UFSC está adotando as providências institucionais cabíveis, com encaminhamento do caso à Polícia Federal e mobilização de suas estruturas internas de segurança e proteção.
Diante do ódio e da intolerância, nosso posicionamento precisa ser explícito: não aceitaremos que o racismo, o ódio, a intolerância ou qualquer forma de ameaça encontrem espaço na Universidade.
Defender a UFSC é também defender a democracia, os direitos humanos e o respeito à vida.
Nazismo na UFSC
Imprensa Apufsc
