Encontro discute a situação dos campi da UFSC no interior

Professores dos campi da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) de Araranguá, Curitibanos e Joinville realizaram encontro no dia 19 de outubro, em Florianópolis, para discutir a situação de cada uma das unidades da Instituição no interior do estado. A falta de estrutura foi o principal problema apontado pelos participantes, que elaboraram uma lista com os principais pontos a serem defendidos pelos professores e pela Apufsc-Sindical para melhorar as condições de trabalho.

A melhoria nas condições de espaço físico para as atividades de ensino, pesquisa e extensão, assim com a publicidade e comprometimento para o andamento das obras nos campi foram alguns dos pontos defendidos pelos professores presentes no encontro. Eles também reclamam da falta de docentes e técnicos administrativos para atender a demanda e defendem uma contrapartida institucional para garantir condições de pesquisa, como a flexibilização de interstícios, garantia de substitutos para viabilizar os afastamentos e políticas para fixação dos profissionais nos campi.

Para aperfeiçoar a relação entre a sede da UFSC em Florianópolis e as unidades do interior, foi sugerido levar a Reitoria a ideia de criação de um órgão de apoio administrativo dos campi na Administração Central. Eles também defendem a representação permanente nos Conselhos Superiores da Universidade, por meio de membros eleitos pela comunidade universitária, pelo menos até a efetivação do reconhecimento institucional. Atualmente os campi não têm voz e voto nestes órgãos.

A conclusão dos participantes é de que os professores dos campi precisam se unir para, desta forma, fortalecer a negociação com a Reitoria. Para isso, de acordo com eles, a Apufsc terá papel fundamental.

Participaram do encontro os professores Eduardo de Carli da Silva, representante de Joinville, Bernardo Borges, representante de Araranguá, Marcelo C. Scipioni e Alexandre Magno, representantes de Curitibanos.