Mais trabalho, pouco recurso: desafios da ciência brasileira na pandemia

Reportagem do Guia do Estudante destaca como pesquisas sobre o novo coronavírus vão continuar por muito tempo, assim como a batalha da comunidade científica contra os cortes e a redução de recursos

Em meio à pandemia, a grande expectativa por uma vacina contra a covid-19 tem aberto à ciência um espaço importante de visibilidade. A corrida que pesquisadores travam contra o tempo para vencer o vírus que já tirou a vida de milhões deixa evidente que ciência se faz em equipe, precisa de constância, e depende de recursos.

O Brasil está no grupo dos países que mais publicaram estudos sobre o coronavírus desde o início da pandemia. Das 168.546 publicações científicas relacionadas à doença, realizadas até outubro, no mundo todo, 4.029 são assinadas por pesquisadores que trabalham no país. Esse número deixa a produção brasileira na 11.ª posição no ranking mundial, superando o que foi produzido por países como Holanda e Japão.

Apesar do potencial do Brasil nessa área da ciência, por sua experiência com outras graves epidemias como Zika vírus, não foi realizada uma estratégia nacional coordenada de investimento em pesquisa desenvolvimento para a crise gerada pelo coronavírus.

Leia reportagem no Guia do Estudante.

Com informações do Jornal da Ciência.

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