Com pressão do MPF, universidades federais mudam regras de cotas em concursos para professores

Em março de 2024 eram 27,1% de professores de magistério superior negros, destaca a Folha

As procuradorias regionais federais de 16 estados do país instauraram procedimentos para averiguar se as universidades federais estão destinando vagas reservadas a pessoas pretas e pardas nos concursos para professores do ensino superior.

Além disso, a forma de preenchimento dessas vagas é motivo de uma disputa que já chegou ao Supremo Tribunal Federal (STF).

Os professores do magistério superior são a categoria mais numerosa entre todas as carreiras do governo federal: são 134,2 mil, o que representa 11% do total de funcionários públicos da União.

Em março de 2024 eram 27,1% de professores de magistério superior negros, de acordo com um levantamento da República.org baseado nos dados do Siape de 2024. Na UFSC, o Conselho Universitário (CUn) aprovou em março de 2025 a reserva de 30% das vagas para ingresso de docentes negros, indígenas e quilombolas. De acordo com a instituição, 90,9% do corpo docente se declaram brancos e amarelos.

Leia na íntegra: Folha de S. Paulo